
Sunday, March 15, 2009
Complemente e se arrepende.

Sunday, February 22, 2009
No porão, enterrei.

Do porão para as gavetas vazias e nosso baú transborda de histórias mentirosas de romance inacreditável. Incrédulo sonho doente. Você se perdeu no porão noturno e vai sem precisar de esperança. As companheiras da mente irão com você. Só as tem, pois as troca em dinheiro.
Suponho risadas engolidas por você quando parto do porão para as gavetas à procura de meus compromissos com a responsabilidade de encher meu baú. Mas no meu cofre sei bem o que me fez no porão na noite passada. As mentiras contadas. As promessas mofadas. Seus miúdos dissolvendo em poeira. Pena, gostaria de levá-lo para “nossas” gavetas. Mas minhas gavetas foram fechadas e te enterrei no porão.
Som esquizofrênico.

Não se esquecerá do som. Flutuará nele sem entender o que significa.
Enlouquecerá nele. Comerá do som, respirará do som.
Você é mais um. Só mais um. Sem desculpas e com mentiras.
Tenho que te desejar o que está dentro de mim. Até você me falar a verdade.
Realizará infernos na mente até os ossos. Desejo te o som esquizofrênico até cansar.
Até você me falar a verdade. Você é mais um. Entenda. Eu aceito.
Mas comerá do que me fez enjoar. Respirará do que me fez espirrar.
Perderá o que perdi. A mente atrofiar. Correrá do que esperei.
Desejo te um som esquizofrênico como o seu nome na minha mente.
Cresça, resolva e desapareça.

Objeto aplicado em seus dias vazios.
Não haverá mais minha presença.
Objeto aplicado em seus cabelos vazios.
Não terá nunca uma crença.
Objeto aplicado em seus baseados vazios.
Não haverá mais minha esperança.
Objeto aplicado em seus sons vazios.
Cresça, resolva e desapareça.
Menino do vagão

Falsidade em todos os momentos e segue sua vida. Faz seu ego desprezível, falso e inseguro.
Difícil acreditar no menino do vagão. Disse-me sobre responsabilidades precoces encantadoras. Realeza dos sentimentos familiares. Seria verdade?
Tornou se mais um ser desprezível e as lágrimas estão indo embora e ficando o enjôo por mais um ser desprezível. Somente mais um ser desprezível e passageiro.
Tentei por vezes limpar a imagem seguida de mentiras e o silêncio me comprova que o encanto desapareceu, não há como dar a ele maturidade, respeito ou caráter. Se pudesse o faria.
Sobrou minha mente confusa a respeito da índole do menino do vagão que se distancia a cada manhã de domingo.
Não entende de nada.

Não entende de nada. Estupidez e drogas são seus momentos ordinários e únicos.
Não entende de nada e tem sorte de ainda respirar. Não atingiu o sucesso no seio direito.
Não entende de nada e tem sorte de ainda respirar. Não atingiu o orgasmo.
Não entende de nada. Sinta o meu rosto. Ele diz que você pode ir embora, mas não seja frouxo o bastante de deixar o buraco aberto. Você pode cair.
Não entende de nada. Tem sorte de ainda respirar. Suas mentiras e minhas loucuras não combinam. Cuidado ao respirar e no inferno parar.
Não entende de nada. Até meus ossos te dizem para sumir. Mas assuma que irá, por favor!
Fica no meu estômago o enjôo de pensar que você ainda respira e não entende de nada e seja bom para que no inferno você não vá parar de respirar. Mais um tráfico ou overdose não hei de agüentar.
Saturday, January 10, 2009
Controlar

Tuesday, January 06, 2009
No meu bolso nada.

Dia da caçada e eu esperando amanhecer.
Na cabeça culpada esperando adoecer.
Sozinha na calçada e no meu bolso nada.
Deixo a noite permanecer sem conviver.
Deixem-me ir para longe da palhaçada.
Mantenham-me longe no anoitecer.
Longe dessa tragédia passada.
Minha mente esperando adoecer.
Longe dessa tragédia pesada.
Deixo a noite permanecer sem viver.
Deixo o dia permanecer e no meu bolso nada.
Minha mente esperando amanhecer.
Perdoem-me pássaros.

Pensamos que entrar naquela porta novamente seria o mesmo.
Quebramos o coração, sem ter para onde ir. Erros de pássaros doentes.
Pássaros sem asas. Com risadas forçadas. Lágrimas entaladas.
Gritos de egoísmo. Gritos de rebeldias inexistentes. Pássaros passados...
Passados como o de todos que o respeitam. Passados bem vividos.
Passados sem volta. Não há porta que se entre que o tornará vivo novamente.
Não há porta que abra os passados amigáveis. Mudamos. Passamos.
A verdade não foi dita. Pássaros rindo de falsas alegrias.
Pássaros passados. Passados bem vividos. Passados sem portas para voltar.
Pássaros com novas asas. Novas doenças. Novos passados a concretizar.
Pássaros... Por favor, me deixem dormir. Não me sinto culpada por não fazer mais parte dos pássaros. Passados não me interessam se eu não criar novos.
Pássaros não me levem como o pássaro louco. Sou diferente e quero ser.
Perdoem-me pássaros, deixo voarem da melhor forma, me deixem voar.
Thursday, December 25, 2008
Pode machucar mais.

Fletting Dream.

Tentando te preocupar, pra quê? Tenho seu rosto gravado nas telas de computadores. Me consertar será o óbvio nesse minuto que espero uma mensagem que não aparece, não existe, nem existirá. Deixo você partir hoje, sem as minhas respostas e sem mais aconchegos. Sem respeito pelo flerte eterno, sem manipulação de inimigos vestidos de aliados. Começa com drinks e vícios ejaculados. Confusões mentais entre ciúmes e cura de doenças... Espero te em outra situação menos dolorosa do sonho inatingível. Da vontade gasta de relações desesperadas. Relações competitivas da alma em conflito com sua própria razão e pessoas manipuladoras do ego alheio. Drogas farão você gozar em outras partes do mundo, ejaculando na sua América perfeitamente falida. América sem frutos do seu intelecto que devaneia nas partes podres do terceiro mundo. Meu mundo. Deixo pra você escolher onde quer gozar seus prazeres. Me acalmo ao saber de todas paixões e intrigas vividas e sobrevividas. Alguns aliados preferem repelir você de mim. Talvez por um sonho barato e incuravél de competições. Acredito no sonho impossível de te preocupar e deixar você repelir dos meus sonhos. Mas obrigada por ter existido, foi fácil admirar até entender seus pensamentos que hoje não me convencem mais.
Friday, May 23, 2008
Insultos.
Cuja carente e angelical se afoga nas diversas sensações de tristeza e rancor.
Suas partes íntimas desesperadas torna explícito o asco.
(T.Mz)
Tuesday, April 15, 2008
Pontes.

Ares que levam
Horas se tornarão segundos
Ansiedade virou cidade
Cidade se tornou saudade
Antiga crueldade, evolução
Aquelas ruas desgastadas por lágrimas.
Lágrimas da saudade
Amores separados
Amores crucificados
Amores cruzados
Brisa subumana
Ares mormaços
Glamour onde escoava sangue
Paredes marcadas com pólvora
Poeira de séculos de nossos ascendentes
Mundo abstrato aguarda notícias
Pontes sem idade, sem saudade
Peste sensação de maioridade
Pontes de idade, ponte de saudade
Saudade daquela cidade.
Sunday, March 09, 2008
Sunday, July 23, 2006
Pare de sorrir.
julho2006
Friday, July 07, 2006
Todas as palavras.

É....alguém já disse
todas as palavras
alguém já disse...
Existem cadeiras de todos os tipos
diz... maluquice
compõe acordada
sofre
maltratada
Morre atropelada na calçada
crianças desesperadas
Pessoas sem fazer nada
Alguém viu? estava caído aí...
ninguém viu nada...
A criança embebedada
maltratada sem sentir nada
Estão vendo aquelas marcas!!!
na vidraça de cachaça
quantos homens a usaram de graça
invisível vidraça
é invisivel...mas ninguém vê?
pessoas sem fazer nada...
cola a cachaça
cachaça na escola?
não tem escola...
cachaça na calçada
cola pulmão da criançada
e ninguém faz nada
invisível vidraça...
morreu de garrafa estilhaçada
no meio , na praça...
visto como mais uma
pasta arquivada...
Tuesday, July 04, 2006
"Distimia no és mas mia"
"distimia no és mas mia"
ou ainda é....são precauções
ou soluções...ainda não vi...
são intenções de quatro?
oque sentiu ao entrar no meu quarto?
exploração proposta caranguejo
ou boeiro eletrônico?
mecatrônico, hã?
é....foi uma zona nebulosa, partículas de carga negativa na bacia!
Drácula e outras caçadas, puro interesse
Na cidade esquecida, quem se esqueceu fui eu....
No passado futurista faleceu.....sério ou não
obituários da distimia.
Ela sorria....simulação da sua cria apodrecida.
Projetada para o admirável mundo oco...
Interesse não é pouco....
Cadê aquele poste imponente cheio de fios, pra lá e pra cá, hein?
Energia flutuante e radiante entre os dedos dos pés
no meio dos ralés....
Cadê aquela imagem no meio da aquarela?
por favor ...sem rancor ...
Mas sumiu a cor do aparelho que transmitia aquelas imagens
singelas em movimento pra dentro....dentro do oco...
Nem mais um pouco....
Esse boeiro eletrônico
desprogramado para situações de caráter cômico.
Caranguejo só me resta flertar o globo ocular
do disco insâno e mecânico
rodante pelo platônico.
Laurinhastankus2006
Sunday, June 25, 2006
Expressão espontânea.

"Propensão de expressão espontânea.
Contemporânea contradição histéria momentânea.
Do frenético roteiro desequilibrado, que não compreendo.
Propensa ao descuido frenético e absurdo do salário suspenso.
E estômago tenso."
Olhar distorcido do coadjuvante
influênciado pela preguiça mental
contemporânea
e vomita a fumaça da propaganda
em diversas categorias, de alegorias à funilarias.
Não falta identidade nos espaços mídiaticos.
Vomitam tanto nos castelos encantados, como nas favelas ao lado.
O casting protagoniza a solidão que o diretor sonhou,
de figurantes mundiais pobres, sim pobres.
Vomitam nos figurantes que tem os salários suspensos e estômagos em nó.
Globalização , sem fronteiras!!Aleluia ,sem muros, sem muralhas, podemos ver então
qualquer pobreza nos mundos ,sem passaporte! Se tivermos sorte sobreviveremos nas fronteiras e trabalharemos em subempregos satisfeitos de verdes e euros....e seremos motivo de documentários de melhor roteiro estrangeiro!!!!!
LaurinhaStankus2oo6
Boneca de pano.
VOCÊ PROPAGANDA ENGANADA
DE PERSONALIDADE RASGADA
COMO PAPEL DE FRALDA,
PUDIM SEM CALÇA..."
Boneca de pano
vive aos prantos
aos trancos e barrancos
está nos cantos
boneca com rugas
bonequinha de tantos
com pulgas
linha de metal
recorta a roupa
mau vestida
não sabe se vai
ou boneca fica
feita de linha e pó
arranha a mão seca
respira com pulmão só
bonequinha quer cachoeira
deu nó
quer fogueira
tem dó
não larga a bebedeira
I.D. do ó
não quer mais poeira
bonequinha com olheira
faz besteira
pinta rasteira
bonequinha esculpia
hoje já não pía
bonequinha em distimia
da nicotina
bonequinha sorria.
laurinha.stankus.2006/
30/agosto/2004

